sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Vem amor.

Vem, amor, para o meu lado, imagina que somos o Infinito. Ouve, olhando-me, calado, sente no meu olhar o grito. Ó que nostalgia infernal, do teu sorriso sou cativa. O tédio me envade tão banal, e a imaginação é longe de criativa. Afasta-te de mim, amor, deixemos correr o marfim. Como deuses, não sentiremos dor, corre o rio, cor carmim.

1 comentário:

Léa Prisca López disse...

Minha Natalya! são da tua autoria esses textos todos?
sim ser mais do que um ser mais no mundo é preciso, sem esquecer que somos formigas no universo! abraços grande